sexta-feira, 28 de março de 2014

"Viver não é preciso", e no Brasil é também confuso

por Julio Canuto

Dizia o poeta que "navegar é preciso, viver não é preciso", referindo-se a precisão dos instrumentos para orientação nas viagens marítimas e da imprecisão da vida, já que não temos bússola para nossa trajetória existencial. Continuando na analogia, seguem dois textos do antropólogo Roberto DaMatta, publicado no Estadão, no qual traz essa relação acrescentando que no Brasil, mais que imprecisa, a vida social é confusa, pois nos guiamos por duas bússolas com diferentes nortes.

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